Então me fez lembrar porque eu adoro você... Depois, porque eu
tive que te deixar.
Como se mais alto fizesse mais sentido.
Fez muito bem eu acho. Querendo me ensinar o que eu não
quero aprender, mas quero.
E não preciso, eu nunca precisei. É vontade, é capricho. É
nada.
Vem, vai. Agora toca. Amanhã não.
Não tem motivo nem explicação. Nenhum motivo mesmo. Nenhum.
Você fala tudo o que eu quero ouvir pra mim, mas não pra
mim.
Foi. Fim. enfim...
“Ela se despediu, abaixou a cabeça em pudor e alegria. Pois
apesar de, ela tivera alegria. Ele esperaria por ela, agora o sabia. Até que
ela aprendesse.”
Lindo texto, Ray! Saudade de você.
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