11 de jan. de 2013

Epifania



Então me fez lembrar porque eu adoro você... Depois, porque eu tive que te deixar.
Como se mais alto fizesse mais sentido.
Fez muito bem eu acho. Querendo me ensinar o que eu não quero aprender, mas quero.
E não preciso, eu nunca precisei. É vontade, é capricho. É nada.
Vem, vai. Agora toca. Amanhã não.
Não tem motivo nem explicação. Nenhum motivo mesmo. Nenhum.
Você fala tudo o que eu quero ouvir pra mim, mas não pra mim.
Foi. Fim. enfim...










“Ela se despediu, abaixou a cabeça em pudor e alegria. Pois apesar de, ela tivera alegria. Ele esperaria por ela, agora o sabia. Até que ela aprendesse.”

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