- Desculpem o atraso, é que a felicidade, aquela cachorra!
Fugiu de casa quando abri o portão!
Aí tive que ficar procurando ela pelos arredores,
e quando a encontrei, dei-lhe logo uma surra e a joguei num canto,
que é pra ela aprender a nunca mais fazer isso!
Mas a felicidade não tem vergonha naquela cara dela,
e assim que abri o portão de novo, ela passou por debaixo das minhas pernas,
e foi-se embora!
E dessa vez, não a encontrei mais.
Mas deixa estar!...
Eu sei que quando bater a fome, a felicidade volta mansinha,
arranhando a porta, querendo entrar!...
Por agora, podemos continuar...
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